"O som não permanece neste mundo; ele desaparece no silêncio."
Daniel Barenboim
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quarta-feira, 14 de julho de 2010

JOÃO MARCELLO BÔSCOLI SOBRE ELIS

Gosto do que João Marcello Bôscoli escreve. No último final de semana escreveu sobre sua mãe, Elis Regina. Falando sobre Elis, ele consegue traçar um perfil de como deveriam ser os artistas com A. Sigam com ele.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

IBERÊ CAMARGO: ORIGEM E DESTINO

Acabo de ler o livro Iberê Camargo: Origem e Destino, da CosacNaify. Desde o primeiro contato que tive com sua obra, Iberê Camargo despertou meu interesse. Gaúcho de Restinga Seca, resolveu ser pintor. Durante toda a vida foi fiel a seus pensamentos e sentimentos artísticos. Não é a toa que seu trabalho dispensa assinatura. O livro, escrito de forma simples e envolvente por Vera Beatriz Siqueira, é uma pequena biografia do pintor e seu trabalho, não se detendo em detalhes de sua vida que não sejam relacionados à pintura.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

MARCELO GRECO NO CONTRAPONTO

Acabo de voltar de um delicioso bate-papo no Contraponto. Pra quem não conhece, trata-se de um espaço de interlocução sobre arte, psicanálise e filosofia. No momento o Contraponto acolhe a experiência fotográfica de Marcelo Greco. Como é de costume, durante o período da exposição faz-se um bate-papo sobre o trabalho exposto, sua criação e muitos outros fatores que participam do processo de cada artista. Marcelo Greco é um artista que cresceu vendo pinturas sendo feitas por pintores da própria família. Conviveu de uma forma particular, pelo que me pareceu, com a obra de Vermeer que era reproduzida por sua avó. No centro da conversa estavam Simonetta Persichetti, Sergio Fingermann e Greco. Um público de aproximadamente 60 pessoas. A unanimidade foi o quanto a arte está sendo colocada de escanteio em prol de uma multiplicidade de estímulos. Apela-se tremendamente para o espetáculo e não se favorece o silêncio da contemplação. Não se pode fruir a obra de arte em meio a tantos estímulos visuais e, muitas vezes, de outras ordens. Como frisa Sergio Fingermann, hoje andamos em grande velocidade pela estrada e não vemos a paisagem; para vê-la é necessário parar no acostamento, não correr, parar, parar para ver. Creio que essa metáfora se aplica a todas as artes e a toda a vida louca que levamos hoje. Particularmente, o trabalho de Marcelo Greco é tocante. A exposição está no Contraponto - Rua Medeiros de Albuquerque, 55. Maiores informações: contato@contraponto55.ato.br

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

YOLANDA MOHALYI

De longe, profundidade. De perto, intimidade. Pedaços de afeto.